O confinamento está fazendo com que as pessoas tenham uma outra percepção da necessidade de um produto ou serviço de luxo.
Podemos ver que o primeiro trimestre de 2020 foi um período perdido, e pelo que tudo indica, o segundo segundo trimestre, será também, existindo assim, o risco de perder o semestre inteiro.

Muitas marcas estão com os estoques cheios e estudam cancelarem lançamentos, tais como seguem abaixo:

O grupo LVMH teve um aumento recorde de 15% na receita de 2019, registrando 53,7 bilhões de euros em receitas.
* A Hermes fechou 2019 com aumento nas vendas de 34% e lucro operacional de 2,3 bilhões de euros.
* O grupo Kering faturou 17.5 bilhões de dólares em 2019 e a Gucci impulsionou esses números com o resultado de 10.42 bilhões de dólares.
* A Yves Saint Laurent teve um aumento de 17,5% nas vendas em 2019.
* Grupo Accor teve um lucro de 16% a mais em 2019, com receita de 4 bilhões de euros.
* A Apple vendeu 10 milhões de relógios a mais do que todas as empresas de relógios suíças, sendo 31 milhões de relógios vendidos no mundo inteiro pela Apple contra 21.1 milhões de relógios das empresas suíças.
* A Embraer fechou 2019 com aumento de 3% nos lucros e 198 aeronaves entregues.
* Grupo JHSF registra lucro líquido em 2019 de 508%, lucro bruto de 43.9% e resultado operacional de 104%.

Sendo assim o comportamento dos consumidores de luxo será diferente após o confinamento social que estamos vivendo, que pode durar meses. Esse distanciamento social irá criar novas necessidades e novas regras de consumo, fazendo com que as marcas de luxo mudem sua forma de comunicar e atrair os seus clientes.

Por Alexandre Yokoyama

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